Chapter D: Francisco Manuel De Melo (3)
Ai ondas que eu vin veer, 26
Airiños, airiños aires, 208
Ai Santa Maria, 62
Ai Santiago, padron sabido, 54
Alegres campos, verdes arvoredos, 120
Alma minha gentil que te partiste, 126
Amad’ e meu amigo, 75
A madre do que a bestia, 64
Amiga des que o meu amigo vi, 46
Amor é um fogo que arde sem se ver, 122
Amo-te, Ó cruz, no vertice firmada, 173
Apetece minha alma a fonte viva, 113
Aquela cativa, 118
Aquela triste e leda madrugada, 127
Aquele claro sol que me mostrava, 135
Aquele espirito tam bem pagado, 110
Aquestas noites tan longas, 44
Aqui jaz pó, eu não; eu sou quem fui, 177
Armada de aspereza, minha estrela, 145
A Santa Maria mui bon servir faz, 67
A serra é alta, fria e nevosa, 98
As frores do meu amigo, 53
A suidade na molher, 97
Até o fim do mundo. A grande amada, 200
Bailemos agora, por Deus, ai velidas, 6
Bailemos nos ja todas, todas, aí amigas, 50
Bon dia vi, amigo, 69
Branca estais e colorada, 93
Brisa de Abril, 199
Cal as nubes n’ o espaço sin límites, 207
Campanas de Bastabales, 204
Canas do amor, canas, 95
Cantava Alcido um dia ao som das aguas, 141
Casinha despresivel, mal forrada, 154
Chaves na mão, melena desgrenhada, 160
Chegam de longe, 202
Comigo me desavim, 108
Como dormirão meus olhos, 104
Creio em ti, Deus, a fe viva, 170
Da branca neve e da vermelha rosa, 138
Das africanas, 205
Da triste, bela Inés inda os clamores, 162
Deus fabricou o grande ceo ... Depois, 197
De que morredes, filha, a do corpo velido, 72
Descalça vai para a fonte (Camões), 114
Descalça vai para a fonte (Rodriguez Lobo), 149
Desengano, quem vos quer, 111
De vergonna nos guardar, 58
Dezembro, noite: canta o galo, 193
Digades, filha, mia filha velida, 35
Disse ao meu coração: Olha por quantos, 181
Disseron-m’ oj’, ai amiga, que non, 55
Dized’ai trobadores, 65
Dizem que havia um pastor, 101
Dizia la fremosinha, 80
Donde vindes, filha, 94
Duas horas da tarde. Um sol ardente, 189
Eis nos toma a nacer o ano formoso, 137
Ele vinha da neve, dos trabalhos, 191
El rei de Portugal, 4
Em seus cabelos, 157
Em sonho ás vezes, se o sonho quebranta, 183
En as verdes ervas, 33
En Lixboa sobre lo mar, 3
En o sagrad’en Vigo, 25
Era assim: tinha esse olhar, 167
Era pelo mes de Abril, 91
Espirito que passas quando o vento, 180
Está o lascivo e doce passarinho, 123
Estando eu á janela, com a minha almofada, 85
Eu velida non dormia, 18
Fez ũa cantiga d’ amor, 42
Foi eu, madre, lavar meus cabelos, 27
Foi-se-me pouco a pouco amortecendo, 176
Fonte mais pura que o lustroso vidro, 172
Formoso Tejo meu, quam diferente, 148
Fostes, filha, en o bailar, 34
Gloria a Deus! Eis aberto o livro imenso, 175
Halitos de lilaz, de violeta e de opala, 194
Horas breves do meu contentamento, 140
Ja a roxa manhã clara, 130
Ja nace o belo dia, 150
Ja no roxo Oriente branqueando, 159
Ja sossega depois de tanta luta, 184
Junto de um seco, duro, esteril monte, 128
Jus’a lo mar e o rio, 9
Lá vão! O ceo se arquea, 195
Lá vem a nao Catharineta, 83
Levad’, amigo que dormides as manhanas frias, 11
Levantou-s’ a velida, 73
Levou-s’ a louçana, 32
Mandad’ ei comigo, 21
Manhaninha de S. João, 87
Mete el rei barcas no rio forte, 8
Meu Portugal, meu berço de inocente, 178
Meu ser evaporei na lida insana, 166
Mia irmana fremosa, 22
Mia madre velida, 74
Minha terra, quem me dera, 203
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, 121
Naci em Londres, que é terra, 198
Na mão de Deus, na sua mão direita, 185
Nam vos sirvo nem vos amo, 88
Não a viram passar? Era no outono, 179
Não mais, Ó Tejo meu formoso e brando, 163
Nas barcas foi-s’ o meu amigo d’aqui, 41
Nestes povoados, 107
Non chegou, madr’, o meu amigo, 70
Nos campos o vilão seus sustos passa, 164
O anel do meu amigo, 16
O brando amor, mas em meu dano forte, 144
Ó guitarras de Alcacer-Quibir, 201
Oí oj’ eu ũa pastor cantar, 52
Ó montes erguidos, 89
Ondas do mar de Vigo, 20
O poeta Simonides, falando, 129
O que en Santa Maria, 66
Ó rio Leça, 112
Ó senhor tam novo d’olhos cor de esperança, 192
O sol é grande, caem com a calma as aves, 109
Os presos contam os dias, 105
Ó tu de puro amor, Deus, fonte pura, 146
Para alguem sou o lirio entre os abrolhos, 188
Par Deus, coitada vivo, 17
Peço-vos que me digais, 115
Pela ribeira de um rio, 102
Pela ribeira do rio, 5
Pelo souto de Crecente, 49
Pensando-vos estou, filha, 103
Per ribeira do rio, 2
Podessem suas mãos cobrir meu rosto, 196
Poi-las figuras fazen dos santos renembrança, 61
Pois nossas madres van a San Simon, 15
Pois que diz meu amigo, 77
Ponho-me a contemplar na fantasia, 147
Por castigar, Senhor, nossos insultos, 156
Por nos, Virgen Madre, 63
Por terra jaz o emporio do Oriente, 165
Pos-se o sol; como ja na sombra fea, 158
Provei de buscar mesura, 82
Qual será o coraçam, 90
Quando amor naceu, 136
Quando eu vejo las ondas, 36
Quando se fez ao longe a nave escura, 190
Quando será, Senhor, que desatado, 142
Quantas sabedes amar amigo, 24
Quantas vezes conheço o meu cuidado, 153
Que coita tamanha ei a sofrer, 12
Que grande variedade vão fazendo, 132
Quem disse á estrela o caminho, 169
Quem pode ser no mundo tam quieto, 133
Que muito m’ eu pago d’este verão, 51
Que soidade de mia senhor ei, 78
Quen a Virgen ben servirá, 59
Quen Santa Maria quiser defender, 68
Quen visse andar a fremosinha, 7
Rei de muitos reis, 106
Remando vam remadores, 99
Rogo-te, ai amor queiras comigo morar, 56
Rosa das rosas et fror das frores, 60
São belas, bem o sei, essas estrelas, 168
Saudade minha, 152
Sedia la fremosa seu sirgo torcendo, 81
Sedia-m’eu na ermida de San Simon, 10
Senhor genta, 57
Senhor fremosa, vejo-vos queixar, 79
Sete anos de pastor Jacob servia, 124
Se toda a vida nossa é desafio, 139
Sibila o vento, os torreões de nuvens, 174
Sobolos rios que vão, 119
Sofrei, coração, 151
Sonho que sou um cavaleiro andante, 182
Tal com’ as nubes, 206
Tal vai o meu amigo, 30
Tempo foi que pastava neste prado, 143
Tirai os olhos de mim, 96
Toda-las cousas eu vejo partir, 48
Ũa pastora se queixava, 76
Um amigo que eu havia, 92
Um mover de olhos brando e piedoso, 125
Vai, misero cavalo lazarento, 161
Vai o bem fugindo, 117
Vai o Conde, o Conde Ninho, 84
Vão as serenas aguas, 131
Vayamos, irmana, vayamos dormir, 29
Vej’eu, mia filha, quant’e meu cuidar, 43
Vejo-vos, filha, tan de coraçon, 39
Vem ás vezes sentar-se ao pe de mim, 187
Vida da minha alma, 116
Vi eu, mia madr’, andar, 13
Vinde cá, meu tam certo secretario, 134
Vi oj’eu donas mui ben parecer, 47
Vou m’eu, fremosa, peral rei, 19
Vozes do mar, das arvores, do vento, 186
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